O que são os Brincadedos?

Reunidos, criados e aperfeiçoados por Flávia Betti, os Brincadedos são pequenas histórias, canções e brincadeiras feitas com os dedos para entreter, educar e lidar com as tarefas do dia-a-dia com as crianças pequenas. Uma forma lúdica e amorosa de participar da educação de seus filhos, netos e alunos. Os Brincadedos são mágicos pois atraem imediatamente a atenção das crianças e ajudam a acalmá-las rapidamente, de uma forma carinhosa e afetiva. Veja abaixo alguns exemplos com a professora Flávia Betti:

Além de ajudar a tranquilizar os seus filhos quando está chegando a hora de dormir, os Brincadedos também estimulam a coordenação motora, a visão e a audição. Os pequenos gostam de imitar os gestos e se sentem parte da história. São ideais para lidar com crianças pequenas dispersas e agitadas. Através dos gestos, da voz e das histórias simples e carinhosas, os Brincadedos descrevem o mundo para as pequenos, e criam uma relação de intimidade entre os adultos e a crianças. Experimente fazer os Brincadedos com seus filhos ou alunos, adquirindo o DVD BRINCADEDOS na nossa lojinha.

 

 

O DVD BRINCADEDOS vem com mais de 50 Brincadedos diferentes, destinados a pais, professores, cuidadores, avós e todos aqueles que estejam interessados em aprender e brincar com seus filhos, netos e alunos. Acompanha um encarte com as letras e desenhos dos Brincadedos. O DVD também pode ser assistido pelas crianças.

Crianças participam dos Brincadedos

Crianças participam dos Brincadedos

“Os Brincadedos e as pequenas canções proporcionam uma grande intimidade que é preenchida de uma atenção amorosa, ou seja, o adulto está ali totalmente com a criança, consciente do momento presente, inteiro em cada gesto, em cada olhar. Isso nutre imensamente a criança.” – Flávia Betti

Flávia Betti apresenta os Brincadedos

Flávia Betti apresenta os Brincadedos

Para saber mais sobre o trabalho da professora Flávia Betti assista ao vídeo abaixo, onde ela fala sobre os Brincadedos e também sobre instrumentos como o Kantele e a Lira:

 

Por que os pais devem fazer os Brincados com as crianças?

Professoras treinam os Brincadedos

Professoras treinam os Brincadedos

Os Brincadedos e as pequenas canções proporcionam uma grande intimidade entre o adulto e a criança. Cada movimento e palavra é preenchido de uma atenção amorosa, o adulto está ali totalmente com a criança, consciente do momento presente, inteiro em cada gesto, em cada olhar. Isso nutre imensamente a criança.

O “como” eu faço é muito importante. Por exemplo nos Brincadedos “A Baleia e seu Filhinho”, “O Gatinho Amarelinho” e “O Peixinho Douradinho” entre outros: se eu faço cada movimento com muita amorosidade, com muito cuidado eu envolvo a criança. Posso ser a mamãe baleia e ela o filhinho, uma acaricia a outra, com calma, com muita presença. A criança sente quando o adulto está realmente com ela.

Atualmente nós, pais estamos tão sobrecarregados de tarefas, de informações mentais, celulares, computadores, etc… Corremos tanto que não temos um tempo verdadeiro com a criança, além disso estamos tão cansados que muitas vezes não temos energia para cuidar, nutrir e principalmente dar o limite tão saudável e necessário.

Cenas do DVD Brincadedos

Cenas do DVD Brincadedos

Os Brincadedos possibilitam um encontro muito especial com a criança. Hoje em dia se fala de tempo de “qualidade” e não tempo em quantidade. Se todos os dias eu tenho um momento realmente carinhoso, se estou inteiro com meu filho numa atividade lúdica ou amorosa vou nutri-lo e isto me dará segurança na hora que é preciso dizer não.

As canções do Cantarolã 1 ajudam a conduzir as tarefas diárias, a brincar e a acalmar. Uma canção ou um Brincadedo que sai do bolso pode ajudar o adulto a levar a criança com mais tranquilidade para aquilo que é necessário fazer naquele momento.

Brincadedos Capa

Adquira o Livro com o DVD dos Brincadedos

Tive uma experiência uma vez num aniversário quando não conseguia silenciar as crianças para iniciarmos um teatrinho. Comecei então a fazer o Brincadedo: “Uma Lagartinha…” foi impressionante, todos prestaram atenção.

Mas lembre, você precisa treinar, saber muito bem para que o Brincadedo flua e nutra.

O Kântele na Atividade de Terapia Musical na CEI Peinha e CEI Associação Comunitária Monte Azul

Pequeno trecho retirado do artigo: Atividade de Terapia Musical na CEI Peinha e CEI Associação Comunitária Monte Azul

Atualmente, devido às situações sociais e a estruturação da família, as crianças, desde tenra idade, são educadas e passam boa parte do seu dia nos berçários, creches e escolas. Devido a isso, nós pedagogos devemos, em conjunto com os outros profissionais envolvidos na educação e saúde destas crianças, pesquisar, estudar, refletir e analisar constantemente os fatores que podem colaborar na aplicação de uma pedagogia sanante para a primeira infância. Lembramos que a educação durante a primeira infância é fundamental para a formação neurológica da criança; é nesse período que são lançadas as bases para o desenvolvimento cognitivo, intelectual, ético, moral e da saúde do adulto. Visando oferecer a criança elementos salutares e harmonizadores em sua educação fazemos uma releitura, dentro dos conhecimentos da Pedagogia Waldorf, utilizando a música como Educação-Terapêutica.

Nos Jardins de Infância da Peinha e Monte Azul temos desenvolvido práticas de Musicoterapia com crianças de dois a seis anos, utilizando o instrumento chamado Kântele, cujas cordas são montadas sobre uma caixa acústica de madeira que recebe afinação da escala pentatônica (ré-mi-sol-la-si-ré’-mi’). Essa escala permite trabalhar com intervalos musicais e melodias apropriadas para o estado anímico normal das crianças com até nove anos de idade.

Com esta prática as crianças vão se harmonizando dentro dos seus estágios, resgatando forças vitais sanadoras e ao mesmo tempo através da música aprendendo o que precisam nos dias atuais, sem exigir do seu intelecto esforços unilaterais. Considero de suma importância este trabalho para o futuro da individualidade das crianças e para as Creches dos nossos dias.

Durante toda história das Escolas Waldorfs no mundo e no Brasil desde 1954 os Jardins de Infância foram contemplados pela música, especialmente as que utilizam a escala pentatônica. Nos Jardins da Monte Azul e Peinha usamos como caminho terapêutico esta escala, em conjunto com a voz, o kântele, a flauta pentatônica, o metalofone, címbalos, a arte da fala, e os contos da época.

 

A música  une a criança e os educadores a verdades universais e eternas.

IVONE NUNES DA SILVA SANTA
Educadora Terapêutica – Terapia Social

A importância do Kântele na Infância

O kântele e seu afindor

O kântele e seu afindor

O “Kântele”, instrumento musical nacional da Finlândia, consiste de uma caixa acústica fechada, com 7 a 10 cordas. Sua forma é variada e a modalidade de afinação depende do uso a que se destina. Sua origem perde-se no tempo. No conto mitológico finlandês, “Kalewala”, 50 versos coletados no início do século passado – há uma referência ao “Kântele”. O instrumento teria sido construído com ossos de um peixe por um dos três grandes heróis do conto, o cantor mágico “Vaeinemoeinen”. O som que emitia era de tal beleza que à sua audição o povo chorava sensibilizado. Atualmente, o “Kântele” tornou-se mais difundido, afinado na escala pentatônica e é indicado especialmente para crianças até 9 anos de idade. Utilizado nos jardins de infância e nas três primeiras séries das Escolas Waldorf. Em sua afinação pentatônica (ré – mi – sol – La – si) toda e qualquer improvisação leva a um resultado agradável e bonito, sem necessidade de um estudo prévio de notas. Além disso, o seu som suave e envolvente leva as crianças a se acalmarem. Acrescente-se a isso a maneira apropriada de portar o instrumento e fazê-lo soar. É algo especial, é um gesto acolhedor e envolvente e as cordas não são batidas e nem puxadas, elas são acariciadas. Na Europa, muitas mães usam o “Kântele” para ninarem seus filhos devido às características acima destacadas.

Atualmente muitas crianças já estão com a audição bastante prejudicada por causas variadas: ouvir rádio em demasia, morar em ruas muito movimentadas e ruidosas, etc. Isto se evidencia na observação do brincar da criança que berra imitando carros ruidosos ou destrói tudo com muito barulho. Freqüentemente, essas crianças apresentam dificuldades para conseguir ouvir uma história ou música suave adequada para sua idade. Para se opor a essa tendência o “Kântele” tem se mostrado como um excelente instrumento. Na “hora da história”, o professor que toca alguma música neste instrumento, consegue facilmente que as boquinhas se calem e se instale a calma e o silêncio necessário.

Grupo de Liras e Kânteles

Grupo de Liras e Kânteles

Os professores do Jardim de Infância de Wuerzburg (Alemanha) procuram desenvolver nas crianças que deverão se encaminhar para a 1ª série, algumas qualidades necessárias, tais como: ouvir com atenção, concentração e veneração. Com esse intuito, essas crianças, geralmente de 5 a 6 anos de idade, são retiradas por uma hora das classes do jardim. Nesse período, cada criança com o seu “Kântele” aprende a tocar músicas através da imitação do professor.

Betina Schmidt

No Brasil o Kântele é vendido pela: www.pulsandosom.com.br

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Kântele em Belo Horizonte e São Paulo

Aula de Kântele

Aula de Kântele

O Kântele é ensinado no Cântaro – Centro de Desenvolvimento Musical que fica no Bairro Santo Antônio, BH. Com histórias e imagens, os professores criam momentos para o “ouvir”, para cantar e aprende-se a manusear o Kântele, a tocar canções simples e a criar pequeninas frases e falas musicais.

O Kântele também ajuda muito a educação da criança, no sentido de serem capazes de “ouvir” e silenciar.

Assim, o trabalho musical pode preparar a criança para a vida escolar, para que ela seja capaz de se aquietar, ouvir e receber o conteúdo. Favorece a absorção de conhecimentos, amplia o desenvolvimento intelectual e cognitivo. O Kântele é indicado especialmente para crianças de 0 a 8 anos. Depois dessa idade é indicado o uso da Lira que possui uma escala completa como a do piano e a alimentação musical da criança é ampliada.

É extremamente benéfico nos dias de hoje que a mãe ou a professora de jardim, ao contar histórias ou ao colocar a criança para dormir toque sempre para ela, acalmando-a e preparando-a para a entrada no sono.

Em torno dos 5 a 6 anos, a própria criança já pode manusear o kântele. Pois este não é um brinquedo (é preciso reverenciar e amar o instrumento) e sua motricidade fina estará mais madura para começar a tanger as cordas.

No Cântaro o trabalho musical com a criança começa a partir do corpo todo, cantando e saltando, girando na roda para depois chegar ao kântele pois a criança é toda ela movimento. Assim a atividade musical reforça o desenvolvimento da coordenação motora, contrastando com a criança que fica muito tempo em frente da tvs, nos jogos eletrônicos, celulares, etc.

Nas aulas também aparecem muitas visitas como uma lira, outro dia um címbalo, no outro um triângulo, etc. que vão ampliando a vivência e a percepção sonora da criança. Há muitos tipos de brincadeiras, de esconde-esconde, de adivinhação e lindas histórias que nos ajudam a criar momentos maravilhosamente belos de silêncio ou de sonoridades delicadas.

Aprenda a tocar Kântele

Aprenda a tocar Kântele

 

Indicações pedagógicas e terapêuticas gerais:

Harmoniza quem o ouve, ajuda a acompanhar o canto, cria ambiente para contar histórias, propiciam uma entrada tranquila no sono, além de ajudar na concentração e quietude tão essências hoje em dia.

A abordagem terapêutica geralmente na nossa cultura está ligada a tratamentos e pouco a cuidados e prevenção pois na maioria das vezes a população desconhece a influência negativa de muitas músicas e sons de ambientes.

 

CD Cantarolã

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Kântele: um instrumento maravilhoso!

O Kântele

O Kântele

Nos dias de hoje devido à grande quantidade de trabalhos e afazeres os pais tem pouco tempo para estar com seus filhos. Nesse ponto o Kântele pode ser de grande ajuda.

O Kântele envolve a criança com seu som delicado e, ao mesmo tempo é envolvido pela criança, pois a forma amorosa no gesto de segurar junto ao coração e tanger as cordas criam um encontro especial entre quem toca e quem é tocado. O Kântele se torna um amigo. A criança toca para sua boneca, para uma plantinha, para a comida que dança na panela ficar mais gostosa, para seu gatinho, conta histórias com ele, para ele, faz o Kântele dormir, toca para seu pai que chegou cansado e pode ouvir deitado o som carinhoso do Kântele lhe acariciando, toca para sua avó em seu aniversário, etc.

O Kântele é uma pequenina harpa, que pode ter 7 ou 10 cordas indicado para crianças e adultos.

Com um timbre leve, doce e carinhoso, possui uma escala musical diferente dos demais instrumentos: a escala pentatônica. Essa escala dá a este instrumento a capacidade de criar uma esfera flutuante, de sonho e uma sensação de envoltório e proteção. Esse ambiente sonoro alimenta profundamente a alma da criança pequena, de tal forma que é capaz até de harmonizar seus processos físicos.

O Kântele ajuda no processo de “aprender a ouvir os outros” e o mundo ao nosso redor de uma maneira intensa e sensível. Ele parece dizer ”Ouçam não a mim, mas além de mim”. É uma ajuda maravilhosa para acalmar e concentrar as crianças.

Sua atuação é direta no sistema rítmico (respiração e batimento cardíaco) acalmando e relaxando todo nosso ser. Os adultos hoje em dia não estão respirando direito e os gestos ritmados para dentro e para fora deslizando nas cordas do Kântele ajudam a regular a respiração, a diminuir a excitação e o nervosismo trazendo uma sensação de bem estar muito grande.

Criança tocando Kântele

Criança tocando Kântele

Sabemos que o Kântele, com sua sonoridade e escala especial é como uma gota de vida no deserto sonoro que cerca a criança; deserto no sentido da falta de adequação, pagodes, rock, jazz, entre outros, que não são adequados a essa faixa etária e só deixarão a criança mais excitada e descontrolada. Porque não são adequados?

Quando falamos em alimentação infantil é muito fácil de perceber que a criança pequena precisa começar com alimentos simples e muito, mas muito devagar vai se introduzindo outros tipos de alimento. Não damos carne para um bebê. A música também é um “alimento” que entra literalmente dentro da criança e se espalha por todo seu organismo interferindo em absolutamente todos os seus processos orgânicos. Uma música com muitos instrumentos, com uma harmonia muito densa ou um ritmo muito acelerado ou acentuado vai atuar de forma muito danosa na criança. É preciso que os pais percebam que nem sempre o que lhes agrada é adequado para a criança. Na verdade, atualmente, temos poucas músicas adequadas. O que encontramos muito é uma música popular com letras infantis. Mas toda a carga rítmica e harmônica seria indicada para adultos ou adolescentes.

 

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